Como muitos de vocês terão visto, ontem à noite disputou-se a final da Coppa Italia, como é habitual, no Estádio Olímpico de Roma. No entanto, foi uma final diferente, uma final estranha que, ao mesmo tempo, nos deixou aborrecidos e entusiasmados. Um jogo que, sem dúvida, não será recordado pelo espetáculo dentro das quatro linhas, mas sobretudo pelo contexto em que foi disputado. O mais interessante neste tipo de jogos, além dos grandes jogadores que entram em campo e nos fazem levantar da cadeira com jogadas incríveis, é também o ambiente que se cria antes do encontro. Os adeptos saem para as ruas para cantar e apoiar a sua equipa horas antes do início do grande jogo. Mas este ano nada disso foi possível. Não vimos adeptos nem nas ruas nem no estádio. Em vez disso, foram utilizados grafismos durante a transmissão televisiva, algo que pareceu excessivo e pouco adequado a muitos espectadores.
Mas vamos analisar a final com mais detalhe. Como já referimos, por momentos parecia um jogo de pré-época, com um ritmo baixo e poucas oportunidades. No entanto, pouco a pouco, o jogo começou a ganhar velocidade e tornou-se mais dinâmico. Depois de várias defesas do guarda-redes do Nápoles, Meret, o capitão da equipa, Insigne, rematou um livre ao poste. A partir daí, o jogo voltou a perder emoção, em parte devido às exibições discretas de algumas das grandes figuras em campo. Tudo se manteve assim até ao minuto 90, quando Maksimovic obrigou Buffon a uma grande defesa com um cabeceamento. Apesar de a defesa não ter sido perfeita, o guarda-redes italiano conseguiu também desviar o remate seguinte de Elmas, que acabaria por bater no poste. Terminavam assim os 90 minutos e os jogadores da Juventus preparavam-se para marcar os primeiros penáltis. Dybala foi o primeiro a marcar, com o seu pé esquerdo e umas chuteiras adidas Copa, mas Meret adivinhou o lado e conseguiu defender. Danilo também falharia da marca dos 11 metros, enquanto os jogadores orientados por Gattuso não desperdiçaram nenhuma das suas tentativas e conseguiram levar a Taça para casa.
Mas, para além do futebol propriamente dito, também tivemos oportunidade de ver muitas chuteiras e luvas de guarda-redes interessantes. Cristiano Ronaldo, tal como no jogo frente ao Milan, entrou em campo com as novas Nike Mercurial, que chegaram ao mercado precisamente ontem. Falamos das Nike Mercurial Safari, um remake de umas chuteiras que Ronaldo já tinha utilizado em 2010, ao serviço do Real Madrid, e que veremos nos seus pés até ao final da temporada. Também pudemos ver as novas chuteiras de praticamente todas as marcas. Por exemplo, a Puma apresentou o Rise Pack, com Buffon a utilizar as Puma One tanto nos pés como nas luvas de guarda-redes da marca. Também vimos os diferentes modelos da adidas com o Uniforia Pack. Para além das Nike de Ronaldo, estiveram ainda em destaque os últimos lançamentos da Nike e os seus diferentes modelos. Mas, além de todas estas novidades, também vimos chuteiras de gerações anteriores e com combinações de cores que já não estão atualmente disponíveis. Um bom exemplo foi Fabián Ruiz, que entrou em campo com umas Nike Tiempo de edições anteriores.