Em primeiro lugar, creio que é importante deixar bem claro que o novo modelo das chuteiras adidas Predator não representa uma mudança radical em comparação com os anteriores, mas sim uma espécie de restyling que altera pontos-chave da chuteira. Dito isto, vamos às diferenças.
Predator 2020 VS. Predator 2021
À primeira vista, temos uma alteração fundamental que muda bastante a sensação ao calçar a chuteira, e é o novo tornozelo da adidas. A chuteira, tal como a sua antecessora, é fabricada inteiramente com Primeknit e, por isso, conta com um tornozelo que ajusta a chuteira ao pé. Este tornozelo, nestas novas Predator Freak+, é mais alongado e tem uma construção mais semelhante às adidas Nemeziz, com duas partes separadas que se abrem para permitir a entrada do pé, encarregando-se depois de o ajustar ao máximo. O ajuste melhora e permite um maior suporte, já que a camada inferior fica mais próxima do pé, criando um melhor ponto de ancoragem.
Continuamos com outra grande alteração destas novas Predator Freak, que é a mudança do Demonskin das adidas Predator Mutator+ para o novo Mutated Demonskin. Para quem não conhece, esta tecnologia consiste em todas as inserções de borracha na placa que permitem um grip fora do normal em chuteiras de futebol. Pois bem, o design destas inserções de borracha, ou “elementos Predator”, oferece-nos pitons mais altos e melhor distribuídos do que na geração anterior. O número também é reduzido, passando de 406 nas antigas Predator Mutator+, para 225 nas novas adidas Predator Freak+.
E esta é a chave das novas adidas Predator: o novo elemento Predator, denominado Mutated Demonskin, que se distribui por toda a zona da chuteira, abrangendo o exterior que na geração anterior se mantinha limpo, e também a zona central onde ficam os cordões. Por isso, a melhor distribuição dos pitons permite ter um Primeknit mais suave e mais maleável do que na geração anterior, proporcionando uma chuteira bastante mais confortável, sem comprometer em nada o grip e o toque excecional tão característico do selo Predator.
No que toca à sola, esta não sofre alterações e, por isso, não há nenhum detalhe a destacar, já que continua com a mesma sola que tanto agrada aos jogadores Predator como Paul Pogba ou Koke Resurrección.
Em suma, temos umas novas chuteiras adidas Predator que são uma versão estilizada da geração anterior. Um upper mais suave, com melhor adaptação e ajuste, que proporciona uma chuteira mais confortável do que a anterior.
Além disso, a nova distribuição do elemento Predator permite um maior suporte em todas as zonas de contacto com a bola, ao expandir-se para o exterior da chuteira, bem como para a zona central do upper.
Por isso, temos uma nova Predator melhorada, que continua fiel ao seu selo, e que vos convidamos a experimentar, já que, apesar de ser apenas um restyling, isso faz destas adidas Predator Freak+ umas chuteiras brutais.
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